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Entre o bem e a paz eu fico com a paz...

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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

A música 💕💕💕

A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchnea arte das musas) é uma forma de arte que se constitui na combinação de vários sons e ritmos, seguindo uma pré-organização ao longo do tempo.
É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.
A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. Pode ser dividida em gêneros e subgêneros, contudo as linhas divisórias e as relações entre gêneros musicais são muitas vezes sutis, algumas vezes abertas à interpretação individual e ocasionalmente controversas. Dentro das "artes", a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espetáculo.
Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.
Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humana.
Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o som e o organiza no tempo. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, a música já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Como "arte do efêmero", a música não pode ser completamente conhecida e por isso é tão difícil enquadrá-la em um conceito simples.
A música também pode ser definida como uma forma de linguagem que se utiliza da voz, instrumentos musicais e outros artifícios, para expressar algo a alguém.
Um dos poucos consensos é que ela consiste em uma combinação de sons e de silêncios, numa sequência simultânea ou em sequências sucessivas e simultâneas que se desenvolvem ao longo do tempo. Neste sentido, engloba toda combinação de elementos sonoros destinados a serem percebidos pela audição. Isso inclui variações nas características do som (altura, duração, intensidade e timbre) que podem ocorrer sequencialmente (ritmo e melodia) ou simultaneamente (harmonia). Ritmo, melodia e harmonia são entendidos aqui apenas em seu sentido de organização temporal, pois a música pode conter propositalmente harmonias ruidosas (que contém ruídos ou sons externos ao tradicional) e arritmias (ausência de ritmo formal ou desvios rítmicos).
E é nesse ponto que o consenso deixa de existir. As perguntas que decorrem desta simples constatação encontram diferentes respostas, se encaradas do ponto de vista do criador (compositor), do executante (músico), do historiador, do filósofo, do antropólogo, do linguista ou do amador.
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A Natureza

natureza, em seu sentido mais amplo, é equivalente ao "mundo natural" ou "universo físico". O termo "natureza" faz referência aos fenômenos do mundo físico, e também à vida em geral. Geralmente não inclui os objetos construídos pelo homem.
A palavra "natureza" provém da palavra latina natura, que significa "qualidade essencial, disposição inata, o curso das coisas e o próprio universo". Natura é a tradução para o latim da palavra grega phy sis (φύσις), que em seu significado original fazia referência à forma inata que crescem espontaneamente plantas e animais. O conceito de natureza como um todo — o universo físico — é um conceito mais recente que adquiriu um uso cada vez mais amplo com o desenvolvimento do método científico moderno nos últimos séculos.
Dentro dos diversos usos atuais desta palavra, "natureza" pode fazer referência ao domínio geral de diversos tipos de seres vivos, como plantas e animais, e em alguns casos aos processos associados com objetos inanimados - a forma em que existem os diversos tipos particulares de coisas e suas mudanças espontâneas, assim como o tempo atmosférico, a geologia da Terra e a matéria e energia estes entes possuem. Frequentemente se considera que significa "entorno natural": animais selvagens, rochas, bosques, praias, e em geral todas as coisas que não tenham sido alteradas substancialmente pelo ser humano, ou persistem apesar da intervenção humana. Este conceito mais tradicional das coisas naturais implica uma distinção entre o natural e o artificial, entendido este último como algo feito por uma mente ou uma consciência.
Embora não haja consenso universal sobre a definição de vida, os cientistas geralmente aceitam que a manifestação biológica da vida é caracterizada pelos seguintes fatores ou funções: organização, metabolismo, crescimento, adaptação, resposta a estímulos e reprodução.Os seres vivos (reinos das plantas, animais, fungos, protistas, archa e bactérias) têm essas propriedades em comum: eles são constituídos por células têm uma organização complexa com base em água e metabolismo de carbono e têm a capacidade de crescer, responder a estímulos, e se reproduzir. Portanto, considera-se que uma entidade que satisfaz estas propriedades está viva.
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segunda-feira, 30 de julho de 2018

Culinária da Bahia

Acarajé

AcarajéO acarajé é um bolinho feito com massa de feijão-fradinho e outros ingredientes fritos no azeite de dendê. A receita marca tanto a culinária baiana que é um Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia. É vendido pelas baianas do acarajé (mulheres vestidas com trajes tradicionais que fazem referência ao candomblé) e seu recheio pode levar salada, pimenta, camarão, vatapá e caruru. Visitar a Bahia e não comer acarajé é praticamente um sacrilégio gastronômico.

Abará

AbaráO abará entra na mesma categoria de importância culinária que o acarajé. Feito com a mesma massa de feijão-fradinho, a diferença entre este e o acarajé é que, em vez de frito, ele é cozido em banho-maria e servido em folha de bananeira. Tanto o abará quanto o acarajé são tidos como comida ritual do candomblé. O abará também pode ser recheado com pasta de pimenta, salada, camarão, vatapá e caruru.

Mugunzá

MugunzáO mugunzá é um prato doce típico da Bahia. Também usada como comida de ritual do candomblé, essa receita tem como ingrediente principal os grãos de milho branco. Esses grãos são levemente triturados e depois cozidos em leite de coco ou de vaca, com açúcar, canela, cravo-da-índia e um leve toque de sal. Na Região Sudeste do Brasil existe uma receita bem parecida, porém é conhecida como canjica. O mugunzá muitas vezes é consumido como café da manhã.

Vatapá

VatapáEsse prato cremoso é normalmente feito com pão ou farinha de rosca, fubá, gengibre, pimenta malagueta, amendoim, castanha de caju, leite de coco, azeite de dendê, cebola e tomate. Além de todos esses ingredientes, é possível adicionar também camarão, bacalhau, peixes diversos ou até mesmo carne de frango. Além de ser servido como prato principal ou acompanhamento de outras comidas típicas, é bastante usado no recheio dos acarajés e abarás.





Site: https://www.estadosecapitaisdobrasil.com/bahia/culinaria-da-bahia/

quarta-feira, 11 de julho de 2018

series


passeio No Cerrado

Sou um apaixonado pelo Cerrado. Gosto das cores. Do mato ocre da estação seca, das árvores que misturam folhas verde-musgo com flores muito roxas sem vergonha de parecerem ridículas. Gosto do azul do céu e das nuvens altas. Gosto da poeira que serve para mostrar que o vento existe. Do clima agradável das tardes de maio e junho; da chuva forte que invade o calor de outubro. Mais que um bioma cravado no centro do meu país, é a paisagem do lugar onde nasci e, portanto, cenário da minha história.
Quando me ponho (ou me vejo, sem querer) em estado de contemplação, tento perceber a riqueza, a poesia, ou a piada das situações. Muitas vezes consigo. Muitas vezes falho. E lamento muito que o cerrado não tenha mais fotógrafos, mais poetas, mais pintores, mais gente que o contemple, o celebre e o proteja.

Outro dia, num canteiro ordinário da cidade, vi algo que não é raro encontrar à esta época do ano: um ipê em flor. Do lado de um espécime maior, mais florido e amarelo, havia outro, todo seco, com uma única flor branca. Era nele que estava a Beleza simples e rude que me faz admirar tanto os cenários do lugar onde nasci. Minutos depois passei por uma grande área dentro da cidade onde ainda existe mata nativa. E ela estava em brasa — uma queimada havia ocorrido ali. Lamentei, mas naquele cenário de destruição e fumaça, também percebi a beleza dura que resiste à devastação.
As árvores do cerrado possuem a façanha de expressar a um só tempo beleza, dureza e obstinação. Todas elas parecem passar parte considerável do ano resistindo à estação seca e ao sol que brilha num céu muito azul. Passam, ainda, de maneira literal por outro teste: o do fogo.
O fogo acontece, arde e passa pelo mato. O que antes era dourado ou verde musgo, se torna negro. Sobra a desolação de árvores feridas pelo entusiasmo destrutivo do fogo. Mata sem folha, de troncos e galhos negros, no limiar duvidoso entre o que é vivo e o que está morto.
Contudo, basta uma gota das primeiras chuvas para fazer brotar a vida? — ?no galho de carvão ou no chão de cinzas, um verde frágil contrasta com o negrume. Tudo isso atesta a verdade que existe nos velhos ditames alquímicos: “pelo fogo, a natureza se renova por completo”. No cerrado, vejo a expressão concreta disso. É como se o fogo fizesse parte da própria natureza cíclica da vida no cerrado e as labaredas não a incomodassem; pelo contrário, servem à prova de que é possível sobreviver à adversidade.
As árvores sobrevivem ao apetite das chamas de forma silenciosa e humilde. Modestas, esperam sem queixumes pela chuva. E basta uma gota de atenção dos deuses da chuva para que elas finalmente se expressem com um broto verde. Com duas ou três gotas elas agradecem, despertando definitivamente de sua quase-morte. E o que antes que era negro, volta a ser verde, para, mais tarde, se tornar dourado e continuar o ciclo de nascimento-destruição-renascimento.
A mim parece que a flor do ipê ou a Caliandra são as nossas Lótus. Se estas são sagradas no Oriente por simbolizarem a beleza e a vida que brotam da adversidade da lama, aquelas também deviam o ser, pois surgem das cinzas e da terra batida, seca, cor de ocre ou negra. Como já disse, o cerrado me traz beleza, dureza, obstinação, resistência, resiliência, renascimento, humildade, silêncio e força. E acredito que o cerrado empresta a seus filhos todas essas características. Os filhos-do-cerrado possuem de maneira inata a capacidade de se renovarem à revelia do Fogo e da Adversidade, ressurgindo a cada nova fase mais fortes, vivos e belos.
Site:

Top 10 – Melhores Praias do Nordeste Brasileiro

1. Baía do Sancho, Fernando de Noronha (PE)

Eleita duas vezes consecutivas como uma das praias mais lindas do mundo, a Baía do Sancho, em Fernando de Noronha, tem tudo o que precisa para agradar toda e qualquer pessoa que a conhece. Com areias brancas e águas límpidas e mornas, a praia conta com uma fauna marinha impressionante. É o destino ideal para os apaixonados por mergulho.
Isolada e limitada pela falésia, é possível alcançar à Baía do Sancho tanto por terra quanto por mar . Quem escolhe o caminho marítimo pode ter o prazer de avistar golfinhos e tartarugas, animais que desovam no local. A fim de proteger a fauna, em determinadas épocas do ano, o acesso à praia é reduzido em alguns horários.

2. Praia do Patacho, São Miguel dos Milagres (AL)

Imagine um cenário que pode se transformar totalmente de acordo com o movimento das marés? É a Praia do Patacho, situada no litoral norte de Alagoas. Além de suas habituais areias brancas, água turquesa e coqueiros, a praia oferece diversas piscinas naturais de águas mornas e relaxantes ao longo da maré baixa.
Essa maravilha natural é um refúgio tranquilo. Pouco conhecida e explorada, a Praia do Patacho não tem vendedores ambulantes, excesso de guarda-sóis ou grandes resorts. Só há espaço para pequenas pousadas aconchegantes e lugares para descansar o corpo e a alma.

3. Baía dos Porcos, Fernando de Noronha (PE)

A Baía dos Porcos é uma das diversas praias impressionantes que Fernando de Noronha pode proporcionar. O esplendor da diminuta faixa de areia rodeada por pedras vulcânicas e pela falésia de 30 metros é potencializada com a vista privilegiada das Ilhas Dois Irmãos, ponto turístico de destaque do arquipélago.
O mar morno e transparentes convidam os turistas para um mergulho e, do alto da falésia, é possível observar um panorama sem igual da região. Para alcançar a Baía dos Porcos é preciso realizar percorrer as curtas trilhas de acesso ao local.

4. Morerê, Ilha de Boipeba (BA)

A pequenina vila de Moreré é uma das mais calmas da Ilha de Boipeba, na Bahia. Localizada a poucos quilômetros de Salvador, a paradisíaca Moreré é ideal para as pessoas que estão a procura de lazer e relaxamento.
Sua estrutura simples e primitiva não é problema para as pessoas que pretendem apreciar seus encantos: sombras perfeitas para abrir a canga, marés que transformam o lugar a cada acesso, piscinas naturais e riachos de água doce. Quem conhece a vila e suas incríveis praias de areias brancas, também pode realizar passeios de barco e aparecer nas vilas vizinhas como a Anciã Boipeba.

5. Praia de Jericoacoara, Jijoca de Jericoacoara (CE)

Imagine relaxar em uma rede sobre o mar? Esta é Jericoacora! Localizada a poucos quilômetros de Fortaleza, capital do Ceará, a vila e o Parque  Nacional de Jericoacoara são ricos em encantos. Lagoas, dunas e lindíssimas praias fazem de Jeri, como é gentilmente apelidada, um autêntico agrado no meio das dunas.
O lugar, de ruas de areia fofa e sem postes de luminosidade pública, é ideal para as pessoas que procuram amenidade e descanso. O destino, além de celestial, é completo e conta com farto restaurantes, muitas opções de excursão e modalidades de esportes, além de uma ampla diversidade de acomodações.

6. Porto de Galinhas, Ipojuca (PE)

Esse maravilhoso e receptivo balneário é conhecido por suas praias de águas calmas e transparentes. Situado em Ipojuca, a 60 km de Recife, o lugar é apontado um dos mais encantadores do litoral nordestino, com base na hospitalidade do povo e suas belezas naturais inigualáveis.
Porto de Galinhas possui, além de quilômetros de areias brancas e águas tranquilas, uma abundância de recifes de corais, que, com o auxílio da maré baixa formam piscinas naturais nas quais peixinhos coloridos nadam em volta dos banhistas. Há vários passeios de barco e balsa que levam os visitantes até as piscinas e outras praias da região.

7. Praia de Pipa, Tibau do Sul (RN)


A 90 km de Natal, capital do Rio Grande do Norte, encontra-se a Praia de Pipa, considerada uma das 10 praias mais lindas do Brasil. Suas falésias avermelhadas, lindas praias de água transparente, dunas de areias brancas e piscinas naturais compõem um acontecimento celestial e encantam a cada um dos turistas.
Surfe, voltas de buggy, trilhas e mergulho são algumas das atividades que você pode pôr em prática neste destino. Pipa pode ser visitada o ano todo por causa de suas altas temperaturas, porém é no verão que o acanhado balneário encontra-se mais badalado.

8. Canoa Quebrada (CE)

Algumas das praias mais lindas do Nordeste se encontram no estado do Ceará, e Canoa Quebrada é mais um destaque entre elas. A praia, situada entre falésias, dunas e mar azul, conta também com uma badalada vida noturna e uma trilha sonora de muito reggae e forró.
Os visitantes da praia podem realizar caminhadas e passeios de bugue pelas dunas e a cavalo pela praia, além de embarcar no mar quieto da região. Canoa Quebrada também é conhecido por seu forte vento e é comum avistar jangadas e praticantes de windsurfe deslizando no horizonte do local. O vilarejo tem uma ótimo oferta de serviços e acomodações e pode ser visitado em qualquer data doano.

9. Genipa, Extremoz (RN)

Na estonteante Genipabu, a 25 km de Natal, você pode se sentir um rei. Por lá, além de nadar em um mar de águas mornas, é possível banhar-se nas inúmeras lagoas de água doce em meio a dunas e realizar passeios de dromedário.
Outras das atividades da Praia de Genipabu são o esquibunda, no qual o turista mais aventureiro desce as dunas assentado sobre uma prancha de madeira, e os famosos passeios de buggy. Mais do que belezas naturais, o lugar é abastecido com restaurantes, bares e barracas na praia.

10. Arraial d’Ajuda, Porto Seguro (BA)

A vila de Arraial d’Ajuda é puro charme. O balneário conta com praias variadas, com opções muito calmas, como a praia de Araçaípe, a outras super badaladas, como a do Parracho. Para os amantes da natureza, Arrail também possui a linda e conservada Praia da Pitinga.
A localidade é perfeita para a prática de esportes marinhos e mergulho, visto que na maré baixa se formam piscinas naturais. Situada a poucosquilômetros de Porto Seguro, Arraial d’Ajuda conta com uma infrestrutura excelente de acomodações e serviços.
Algumas das cidades mencionadas acima não contêm aeroporto e muitas das praias estão localizadas em micro-regiões afastadas das capitais. Portanto, é fundamental que você reserve o transporte com antecedência.
site:http://rumoaomar.org.br/turismo/top-10-melhores-praias-do-nordeste-brasileiro.html